7 de março de 2010

, anúncio Axe... banido.

CAUTION: I'm NOT FRAGILE!

, future love theme.



Pela noite de ontem*

, she!

Era domingo e chovia sem parar á uns dois dias. Ela não parava de olhar pela janela e sorria. Pensava no sexo que podia estar a fazer se o tivesse ali. Continuava a olhar pela janela. Fumava e ria. Ria sozinha. Nunca chorava. O cigarro que ía queimando, já não deixava aquele sabor horrível na boca, nem na sala. Pensava: É mesmo cigarro de PUTA. Mas que se foda. Sabia bem.

, vão uns sapatinhos destes?


6 de março de 2010

, proposta diária.

, she!

Sentia o incómodo, sempre que ele estava. Os olhares cruzavam-se, mas desviavam-se com rapidez. Através do reflexo do vidro, apanhava-o a olhar para ela. E sorria por dentro. Não se fixava no espelho, para ele não descobrir o seu método investigativo. Talvez ele também tivesse um e fizesse o mesmo. Naquele dia de carnaval, ele não saía de trás dela, no desfile. Ela sentia-se em desvantagem. Ele via todos os seus passos.

, enfim...


A minha viagem para Barcelona, que não cheguei a fazer devido a um imprevisto. Eu só pensava "Isto só me podia acontecer a mim!"

Mas sabem que mais??

Hoje tive mais uma vez a certeza que as coisas que acontecem, acontecem realmente por um motivo. E o melhor foi mesmo não ter ido!! :)

E não faltarão aí próximas vezes! ehehe


*Happy!

1 de março de 2010

, porque ler torna-nos maiores...

“Para todas as mulheres que viveram um grande amor e a todos os homens que o perderam.” :)

Margarida Rebelo Pinto sobre o seu último livro "O dia em que te esqueci!"

, you got the love!

, she!

Acordou com uma vontade. Vontade de poder. Vontade de deslumbrar. Abriu o guarda-fatos e tirou peça a peça para cima da cama. Nada lhe agradava. Arghh! Logo hoje. Sentou-se na cama e ficou a olhar para dentro do armário. Parada. Em silêncio. Olhava, mas já não pensava na roupa. Não pensava em nada. Tocaram à campainha. Estremeceu e insultou o carteiro baixinho, que todos os dias por volta do meio-dia fazia o mesmo. Tocava em todas as campainhas seguidas para alguém abrir a porta. E isso irritava-a sempre. Ainda não se tinha acostumado. Habituou-se a outras coisas. Bem mais difíceis, é verdade. Ou não.