Era domingo e chovia sem parar á uns dois dias. Ela não parava de olhar pela janela e sorria. Pensava no sexo que podia estar a fazer se o tivesse ali. Continuava a olhar pela janela. Fumava e ria. Ria sozinha. Nunca chorava. O cigarro que ía queimando, já não deixava aquele sabor horrível na boca, nem na sala. Pensava: É mesmo cigarro de PUTA. Mas que se foda. Sabia bem.
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