23 de maio de 2008

'Tens vindo a falsificar a minha assinatura, independentemente do papel onde o fazes. É-te tão necessário como saciar a sede ou por fim à fome, mas não é de forma alguma, um acto de reconhecimento de tudo o que fiz(ou fizemos). Até porque sabes melhor que ninguém que nunca deixo para trás pessoas que, outrora me desentediaram em fases deploráveis da minha existência.
Existe sempre um indulto, com ou sem consentimento.'

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