3 de fevereiro de 2008

Agora...

Não há nada mais efémero do que aquilo que queremos agarrar e apertar com força, não há situação mais fugaz do que aquela que queremos fotografar por dentro. Escapa-nos tudo pelas mãos.
E depois cai-nos em cima uma pedra, que de tão inesperado nos deixa sem saber se nos destruiu ou se se vai transformar também ela em areia, daquela que nos desaparece por entre os dedos mesmo sem querer... contra a vontade que temos de a guardar como pozinhos de felicidade...

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